• Região 11/02/19 | 08:50:30
  • Agricultores de Videira apostam na produção de pitaya
  • Colheita já iniciou e a procura pela fruta está grande
diminuir o tamanho do texto aumentar o tamanho do texto
  • Fonte/Autor: Rádio Videira
  • Foto: Rádio Videira

Um fruto que vem de espécie variada de cactos epífitos. Nativa da América Central e do México, ela vem sendo cultivada em Israel, na China e a poucos anos aqui no Brasil. Estamos falando da pitaya, uma fruta exótica e de sabor muito doce, que vem sendo utilizada na fabricação de vinhos, sucos, chás (com as suas folhas) e principalmente doces. 

Essa fruta gosta de temperaturas mais elevadas e se desenvolve com a presença de períodos úmidos, porém é resistente em climasmais secos.

Mas se ela é originária de locais com temperaturas altas, é possível ter uma produção na nossa região, que registra uma das temperaturas mais frias do país durante a estação do inverno?A reportagem da Rádio Videira esteve na propriedade da Família Pelissari, no interior de Videira, e conversou com Adriano Scussiatto, um dos proprietários que detalhou essa nova cultura na região.

O também proprietário Douglas Pelissari explica que por se tratar de uma fruta exótica e bem valorizada tem alcançado alto valor de mercado. Ele ressalta que o manejo é muito importante para reduzir custos e aumentar a produção. A intenção é buscar, em breve, o selo de produto orgânico, aquele produzido sem uso de agrotóxicos. 

Entre as diversas propriedades da pitaya, a que mais se destaca é sua propriedade termogênica que potencializa a queima de gordura favorecendo o emagrecimento.

As propriedades medicinais da fruta são velhas conhecidas dos povos nativos do Velho Mundo, e hoje sabe-se que são ricas em fibras e minerais possuem quantidade significativa de antioxidantes e previnem radicais livres. Há estudos que consideram que o consumo de pitaya pode aumentar a excreção de metais pesados, diminuir colesterol e regular a pressão sanguínea. Comê-las regularmente alivia doenças crônicas do sistema respiratório.

comentários